Projeto CULTNE - Encontro das Áfricas

 

O ENCONTRO DAS ÁFRICAS foi lançado em 20 de novembro de 2013 e contou com a participação de 50 artistas nacionais e internacionais, reunindo um público de 700 pessoas, no Teatro Oi Casa Grande, Rio de Janeiro, como um manifesto pela aprovação da DÉCADA DA AFRODESCENDÊNCIA.

 

Calcula-se que 500 mil pessoas raptadas de suas famílias e comercializadas através do tráfico transatlântico de escravos, desembarcaram no Cais do Valongo e da Imperatriz. Numa estimativa, 10% dessa população, provenientes das mais diversas tribos africanas, jazem na região conhecida como Pequena África.

 

Acesse o Encontro das Africas com  Altay Veloso  - Apresentação do cantor e compositor no palco do Oi Casa Grande em 20 de Novembro de 2013.

 

A justa homenagem aos antepassados qe construíram o país tem de ser ressaltada aos olhos do mundo, com exposições por exemplo sobre a Floresta da Tijuca, reconstruída nas terras devastadas pelos cafezais, por seis afrodescendentes que, no decorrer de nove anos, dedicaram-se ao árduo trabalho de plantar 90 mil árvores, hoje a maior preciosidade no nosso Meio Ambiente.

 

 

 

O projeto ressalta o devido valor aos antepassados que tanto contribuíram para o desenvolvimento do Rio de Janeiro, dando visibilidade internacional ao Valongo, como portal de entrada da Diáspora Negra que tem nas Américas sua maior concentração, tendo Brasil e Estados Unidos recebido cerca de 70% do total de afrodescendentes aportados do continente africano.

 

MARCO HISTÓRICO

 

A Região Portuária do Rio de Janeiro é a base mais importante do Circuito Histórico e Arqueológico da Diáspora Africana.

 

•  O Cais do Valongo e o da Imperatriz representam a chegada da maioria dos nossos antepassados africanos ao Brasil, cerca de 500 mil pessoas.

•  O cemitério dos Pretos Novos é o registro do tratamento indigno dados aos restos mortais dos povos trazidos do continente africano.

•  O Largo do Depósito erá a área de venda de escravos.

•  O Jardim do Valongo simboliza a história oficial que buscou apagar traços do tráfico negreiro

•  Ao redor, havia casas de engorda e um vasto comércio de insumos relacionados à escravidão.

•  A Pedra do Sal era o ponto de resistência, celebração e encontro.

•  O Centro Cultural José Bonifácio, antiga escola da Freguesia de Santa Rita, tornou-se o Centro de Referência da Cultura Negra. O espaço remete desde a sua origem o acesso à educação e de valorização da cultura como um instrumento libertário.

 

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